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Nosso showroom permanente no Conjunto Nacional, São Paulo, a partir de maio/26.

Um novo espaço para conhecer de perto o acervo de mobiliário moderno brasileiro da galeria.

Comunicaremos a abertura e as primeiras datas de visita.

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Posts do blog (20)

  • SP–Arte 2026 — Curadoria de mobiliário moderno brasileiro (estande DS-10)

    Entre os dias 8 e 12 de abril de 2026, a SP-Arte 2026 retorna ao Pavilhão da Bienal, reunindo galerias, designers e colecionadores em um dos principais encontros dedicados à arte e ao design na América Latina. A Galeria Lora Ronco apresenta, nesta edição, uma curadoria de mobiliário moderno brasileiro no estande DS–10, localizado no térreo , estruturada a partir de critérios de relevância histórica, integridade formal e qualidade construtiva. A seleção reúne peças de Geraldo de Barros, Jean Gillon, Giuseppe Scapinelli, Zanine Caldas, Sérgio Rodrigues, Carlo Hauner e Percival Lafer, além de tapeçaria de Madeleine Colaço. A curadoria busca evidenciar diferentes vertentes do design moderno entre as décadas de 1950 e 1970, destacando tanto a experimentação formal quanto o domínio técnico dos materiais — da madeira maciça às soluções estruturais e superfícies têxteis. Mais do que uma apresentação de peças, o estande propõe uma leitura do mobiliário como extensão da arquitetura e da cultura material brasileira do século XX, estabelecendo relações entre desenho, uso e permanência. Após o período da feira, podemos disponibilizar o material curatorial detalhado para os interessados, além de atendimento dedicado em nosso novo Showroom no Conjunto Nacional em São Paulo, a partir de Maio/26, para clientes, arquitetos e colecionadores interessados em aprofundar a leitura das obras apresentadas. A Galeria Lora Ronco, associada à BMDG  tem o privilégio de apresentar, na SP-Arte 2026 , um panorama singular do mobiliário moderno brasileiro, vintage e colecionável. Sérgio Rodrigues  — figura central do design brasileiro, com obras que consolidam uma linguagem própria baseada em conforto, proporção e identidade nacional. Geraldo de Barros : Artista multifacetado, suas criações são mais que móveis, são verdadeiras obras de arte que mesclam fotografia, pintura e design. Percival Lafer : Famoso por suas poltronas e sofás de couro, Lafer revolucionou o design com peças que unem estética e conforto em uma visão industrial contemporânea. Giuseppe Scapinelli  — representante do modernismo ítalo-brasileiro, com peças que combinam rigor construtivo e desenho expressivo em madeira maciça. Zanine Caldas  — arquiteto e designer que valoriza o uso direto da madeira e processos construtivos que evidenciam matéria e estrutura. Carlo Hauner  — designer que, em parceria com a indústria, desenvolveu soluções modernas com forte apelo formal e produção seriada qualificada. Jean Gillon  — designer conhecido pela exploração de soluções construtivas em madeira e pela integração entre estrutura e forma orgânica. Madeleine Colaço  — artista têxtil cuja obra incorpora referências culturais e narrativas visuais em composições de grande força gráfica. A SP-Arte 2026  será uma excelente oportunidade para admirar a beleza e a singularidade do mobiliário moderno brasileiro. Estamos ansiosos para recebê-lo em nosso estande DS-10, no Térreo  e compartilhar essa experiência com você! Realização: Lora Ronco; Curadoria: Alexandre Marciano; Ambientação: Alexandre Marciano e Camila Lara (Sépia Arquitetura) Data: 08 a 12 de abril de 2026 Localização: Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera, portão 3 Horários: 08 de abril: Convidados 09 e 10 de abril: 12h às 20h 11 de abril: 11h às 20h 12 de abril: 12h às 19h   Ingressos: https://bilheteria.sp-arte.com/ Breve contexto histórico O mobiliário moderno brasileiro, desenvolvido sobretudo entre as décadas de 1950 e 1970, nasce de uma relação direta entre arquitetura, arte e produção industrial. Nesse período, o país consolida uma linguagem própria, impulsionada por arquitetos e artistas que buscavam integrar forma, função e espaço. A produção desse momento reflete tanto o avanço técnico quanto a assimilação de movimentos artísticos como o Concretismo e o Neoconcretismo, resultando em peças que operam simultaneamente como objetos de uso e construções formais rigorosas. A escolha de materiais — como madeira maciça, couro e aço — aliada a técnicas construtivas precisas, contribui para a longevidade dessas peças, que permanecem atuais tanto pela qualidade quanto pela clareza de seu desenho. Mais do que testemunhos de uma época, esses móveis seguem como referências fundamentais na história do design, reafirmando a permanência como um de seus principais valores. A longevidade do mobiliário moderno é uma das características que os tornam tão apreciados - o presente de uma época em que "tudo era feito para durar !" Escrivaninha, mesa com gavetas de Geraldo de Barros para a Unilabor. Materiais de Qualidade: Os designers de móveis modernos selecionavam materiais de alta qualidade, como madeira maciça, aço inoxidável, couro genuíno e tecidos resistentes. Esses materiais são escolhidos não apenas por sua aparência, mas também por sua resistência ao desgaste e a deterioração ao longo do tempo. Design Funcional e Simplicidade: O design moderno prioriza a funcionalidade e a simplicidade. As peças são projetadas para serem práticas e atender às necessidades do usuário. A ausência de ornamentos excessivos e detalhes desnecessários contribui para a durabilidade. Menos partes móveis significam menos desgaste ao longo dos anos. Técnicas de Fabricação Avançadas: Os fabricantes de móveis modernos utilizavam técnicas que possibilitavam encaixes precisos, colagem de alta qualidade e acabamentos resistentes. Essas técnicas garantem que as peças sejam montadas de forma sólida e resistente, evitando folgas ou desgaste prematuro. Poltrona Franco com encosto de cabeça, design de Sérgio Rodrigues para a OCA, década 1960 Design Intemporal: Peças icônicas criadas por designers renomados continuam a ser relevantes e desejadas décadas após sua criação. A atemporalidade significa que esses móveis não se tornam obsoletos rapidamente, o que contribui para sua durabilidade. Manutenção Adequada: A manutenção regular é essencial para a durabilidade dos móveis modernos. Isso inclui limpeza adequada, lustração e cuidados específicos para cada tipo de material. Evitar exposição excessiva à luz solar direta ou umidade prolongada ajuda a preservar a integridade das peças. Herança Cultural e Valor Artístico: Muitos móveis modernos têm uma conexão com a história e a cultura de uma época específica. Eles são apreciados como arte funcional. O valor artístico e a autenticidade dessas peças incentivam os proprietários a cuidar delas e mantê-las em boas condições. Portanto, ao visitar a Galeria Lora Ronco na SP-ARTE 2026 , você terá a oportunidade de apreciar não apenas o mobiliário, mas também a rica interação entre arte, design e arquitetura que moldou o cenário brasileiro naquela época fascinante. Junte-se a nós na SP-ARTE 2026 !

  • Lora Ronco Galeria inaugura novo espaço no Conjunto Nacional em São Paulo

    O novo showroom da Lora Ronco será no ícone do arquitetura moderna paulistana, o Conjunto Nacional, e será dedicado à preservação e apresentação do mobiliário moderno colecionável como obra de arte. Planta Original do Conjunto Nacional - vista lateral da Rua Padre João Manuel. Fonte: Acervo FAU-USP Arquitetura modernista nas rampas de acesso da Bienal e do Conjunto Nacional Após a SP-Arte 2026, que ocorrerá entre os dias 8 e 12 de abril, no pavilhão da Bienal no Ibirapuera, a Lora Ronco Galeria  inaugura oficialmente seu novo espaço no Conjunto Nacional , na Avenida Paulista, reafirmando a presença do design moderno brasileiro em seu território histórico de origem e consolidando um projeto dedicado à preservação, à curadoria e à ambientação qualificada do mobiliário vintage . Instalada no 11º andar da torre Horsa II , no edifício tombado que integra um dos marcos do modernismo paulistano, a galeria apresenta um acervo voltado ao design moderno brasileiro das décadas de 1950, 1960 e 1970 , com foco em peças vintage autênticas selecionadas por sua relevância histórica, qualidade construtiva e valor cultural. A abertura da Lora Ronco Galeria no Conjunto Nacional  marca a fundação de um espaço pensado para permanência. Mais do que um novo endereço, o projeto estabelece uma base sólida para o design moderno brasileiro, em diálogo direto com a arquitetura, o tempo e a construção cuidadosa do ambiente. Instalada em um edifício histórico e tratada de forma definitiva, a galeria assume o compromisso de preservar, valorizar e apresentar mobiliário de época com rigor histórico e responsabilidade curatorial . Cada decisão — do layout à infraestrutura — foi pensada para respeitar a arquitetura original do imóvel e criar um espaço duradouro, preparado para receber o acervo e seus visitantes com clareza, conforto e precisão. O projeto de arquitetura e interiores, assinado por Camila Lara (Sépia Arquitetura) , estabelece soluções permanentes para o uso contemporâneo do espaço. A arquitetura atua como suporte silencioso para a experiência, permitindo que o mobiliário e demais obras de arte se tornem protagonistas. Vista lateral do Conjunto Nacional estilizada como uma peça de mobiliário moderno - criação: Alexandre Marciano A experiência do visitante foi desenhada como uma jornada clara e organizada: O acesso ao espaço é simples e direto: ao chegar ao Conjunto Nacional, o visitante encontra um edifício com infraestrutura clara, estacionamento integrado e acesso organizado. Localizado no 11º andar na torre Horsa II ,, o showroom oferece um ambiente tranquilo e seguro, acessível após uma breve identificação na recepção.. O espaço cria uma atmosfera propícia para a observação do design em escala e proporções adequadas e permite que o visitante percorra o espaço com calma e permaneça no ambiente pelo tempo necessário para apreciar cada peça. O acesso a torre, inaugurada em 1962, integra arquitetura e tempo histórico, culminando em uma vista privilegiada da cidade que amplia a experiência cultural e sensorial da visita. "Este novo espaço da Lora Ronco foi pensado para o longo prazo e como sendo um lugar dedicado ao design e arte modernista , propiciando o diálogo contínuo com arquitetos, designers de interiores, colecionadores, pesquisadores e instituições culturais", afirma Alexandre Marciano, sócio da galeria. A data de abertura oficial será divulgada em breve. A inauguração será seguida de um período inicial de visitas exclusivas mediante agendamento, antes da abertura regular da galeria ao público. Endereço: Conjunto Nacional — Torre Horsa II, 11º andar Av. Paulista, 2073 — São Paulo Estacionamento Rua Padre João Manuel, 100 Contato : (11) 99122-7578 Para mais novidades e acesso exclusivo, se inscreva na nossa página: www.loraroncogaleria.com.br

  • MASP inaugura novo edifício e apresenta exposições inéditas

    O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) se prepara para um momento marcante em sua história: a inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi , prevista para 28 de março de 2025. O novo prédio, situado ao lado da icônica estrutura projetada por Lina Bo Bardi na Avenida Paulista , ampliará a área do museu em mais de 60%. Com 14 andares, a construção assinada pelo escritório METRO Arquitetos Associados integra-se ao edifício original, combinando modernidade e funcionalidade. O espaço contará com galerias expositivas, salas multiuso, restaurante, café, bilheteria, loja, laboratório de conservação e um novo espaço de acolhimento para os visitantes. Outro destaque é a passagem subterrânea de 40 metros quadrados, prevista para o segundo semestre de 2025, que ligará os dois edifícios, facilitando a circulação do público e das obras de arte. Fachada do prédio Pietro Maria Bardi. O novo edifício será interligado com os outros blocos (Foto: METRO Arquitetos Associados / Divulgação ) Trata-se do feito mais significativo na história do museu após a sua transferência da rua 7 de Abril, na sede dos Diários Associados, para a Avenida Paulista, em 1968. Naquela época, a mudança ocorreu para que o museu tivesse uma sede à altura de sua coleção. O prédio projetado por Lina Bo Bardi (1914-1992), arquiteta modernista reconhecida com o Leão de Ouro Especial na Bienal de Veneza de 2021, pelo conjunto de sua obra, transformou-se em cartão-postal da cidade e em símbolo da arquitetura moderna mundial do século 20. “O MASP em Expansão significa a maior operação de filantropia brasileira com apoio de famílias, sem incentivos fiscais ou quaisquer estímulos governamentais. Este movimento transformará o MASP no maestro das instituições culturais da Avenida Paulista, consolidando este importante corredor cultural brasileiro”, salienta Ronaldo Cezar Coelho, presidente do comitê MASP em expansão. (fonte: site do Masp) Exposições inéditas celebram a nova fase Para marcar a inauguração, o MASP lança o ciclo "Cinco Ensaios sobre o MASP" , um conjunto de exposições que exploram diferentes perspectivas sobre o acervo e a trajetória do museu. As mostras serão distribuídas pelos andares do novo prédio e propõem diálogos entre o passado e o presente. Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado (2º andar) A videoinstalação do artista britânico Isaac Julien homenageia Lina Bo Bardi, trazendo sua visão sobre arte, arquitetura e o impacto social da cultura. A obra conta com a participação das atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, que interpretam trechos dos escritos da arquiteta. Artes da África (3º andar) Mais de 40 peças da arte africana, incluindo estatuetas, máscaras, tambores e objetos do cotidiano, serão exibidas, destacando a riqueza cultural de regiões da África Ocidental, com foco em obras do século XX. Geometrias (4º andar) A exposição reúne mais de 50 obras que exploram a linguagem geométrica, abrangendo desde os movimentos construtivistas, como Lygia Clark, Alfredo Volpi e Judith Lauand, até interpretações contemporâneas em diferentes materiais e técnicas. Renoir (5º andar) O MASP apresenta todas as obras de Pierre-Auguste Renoir do seu acervo, incluindo 12 pinturas e uma escultura, proporcionando um panorama da trajetória do renomado pintor impressionista. Histórias do MASP (6º andar) A mostra revisita os mais de 70 anos de história do museu, destacando momentos fundamentais e sua contribuição para o modelo de museu moderno e acessível. Novo Vão Livre e a obra interativa de Iván Argote A requalificação do Vão Livre do MASP inclui melhorias no mobiliário urbano, segurança, iluminação e a instalação de Wi-Fi gratuito. A partir de 10 de abril, o espaço receberá a instalação interativa "O Outro, Eu e os Outros", do artista colombiano Iván Argote. A obra traz gangorras gigantes que reagem aos movimentos dos visitantes, explorando a interação coletiva e o equilíbrio. O projeto do escritório METRO Arquitetos Associados com coautoria de Júlio Neves terá uma fachada dupla, a fim de proteger o edifício da radiação solar e sombrear as janelas (Foto: METRO Arquitetos Associados / Divulgação) Uma nova identidade visual para um novo momento Além das exposições e do novo edifício, o MASP apresenta uma nova identidade visual, reforçando seu compromisso com a inovação sem perder sua essência histórica. Outra novidade é a expansão do MASP Escola, que agora terá salas de aula próprias, ampliando seu impacto educacional. Como visitar o novo MASP Inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi: 28 de março de 2025, das 10h às 20h30 Endereço: MASP – Av. Paulista, 1510 – Bela Vista, São Paulo, SP Horários de funcionamento: Terça-feira: entrada gratuita, das 10h às 20h (última entrada às 19h) Quarta e quinta-feira: das 10h às 18h (última entrada às 17h) Sexta-feira: das 10h às 21h, com entrada gratuita das 18h às 20h30 Sábado e domingo: das 10h às 18h (última entrada às 17h) Fechado às segundas-feiras Ingressos: R$ 75 (inteira) / R$ 37 (meia-entrada) Agendamento obrigatório pelo site: masp.org.br/ingressos Metro Arquitetos. Foto: Leonardo Finotti Se você é apaixonado por cultura, essa é uma oportunidade imperdível para conhecer o novo MASP e vivenciar essa transformação de perto!

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  • Joaquim Tenreiro | Lora Ronco Galeria

    Descubra a genialidade de Joaquim Tenreiro na Galeria Lora Ronco. Explore a elegância e inovação dos móveis desenhados pelo renomado designer Português no Brasil. Joaquim Tenreiro arquiteto e designer Português, desembarca no Brasil em 1928, aos 22 anos de idade. Era marceneiro como o pai e estudou desenho geométrico no Liceu Literário Português, tendo feito alguns cursos no Liceu de Artes e Ofícios. Em 1931 integra o Grupo Bernadelli (grupo criado em oposição ao ensino da Escola Nacional de Belas Artes). Entre 1933 e 1943 trabalha como designer de móveis na empresa Laubissh & Hirth. Torna-se conhecido no ano de 1942 ao receber uma encomenda de móveis para a residência de Francisco Inácio Peixoto (poeta modernista, escritor, fazendeiro e industrial, financiou as mais importantes manifestações culturais de Cataguases-MG, lançando sua cidade natal na cena da Arquitetura Moderna no Brasil na década de 1940), projetada por Oscar Niemeyer e paisagismo de Burle Marx. Utilizava diversos materiais como a trama em palhinha, que remete a cestaria e ao trançado indígena, fibras naturais entre outros. Via a necessidade de adequar os móveis ao nosso clima tropical. Sua primeira produção independente foi a Poltrona Leve (1942), confeccionada em madeira marfim, com versão escura em imbuia, e estofada com tecido estampado por Fayga Ostrower. Segundo Tenreiro essa poltrona foi criada obedecendo a ¨um princípio que eu achava que deveria ser seguido pelos móveis modernos brasileiros: a leveza. Leveza que não tem a ver com o peso em si, mas com a funcionalidade no espaço.¨ - Tenreiro, Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, Icatu. Em 1943 funda a empresa Langenbach & Tenreiro. Durante a década de 1940, dedica-se também a pintura de retrato, paisagem e natureza morta. Na década de 50 houve uma ampliação muito significativa nas atividades de Joaquim Tenreiro com a inauguração de sua loja em São Paulo, propiciando um aumento expressivo na produção e no design de novos móveis, trazendo para a cidade suas criações perfeitas com o mesmo apuro formal, o sentido de economicidade e sobretudo a sobriedade que caracterizavam a sua produção nos períodos anteriores. Já no final da década de 1960, por questões pessoais e de mercado, encerra suas atividades na área de concepção e fabricação de móveis, passando a dedicar-se por mais de vinte anos às artes plásticas, principalmente a escultura, tendo executado um painel para a Sinagoga Templo Sidon em 1969 e em 1974, dois painéis para o auditório do Senai, ambos na Tijuca, Rio de Janeiro. Dono de uma genialidade incontestável, talento, familiaridade com a madeira e acabamento apurado, Joaquim Tenreiro criou obras fantásticas a fim de abrilhantar o interior das casas brasileiras. Foi um precursor na busca de um novo estilo para o móvel e é considerado o grande mestre por outros designers que o precederam. "Em 1992, me despedi com tristeza daquele que considero o Pai do Móvel Moderno, com cara de Brasil." Sérgio Rodrigues Joaquim Tenreiro O mestre da marcenaria de alto padrão. Tenreiro Cadeira Curva O mestre da marcenaria de alto padrão. Tenreiro Escrivaninha O mestre da marcenaria de alto padrão. Joaquim Tenreiro O mestre da marcenaria de alto padrão. 1/5 Algumas publicações Tenreiro Livro Mobiliario Moderno Brasileiro Livro Desennho da Utopia Livro Tenreiro Livro 1/3 Joaquim Tenreiro - cadeiras de jantar design anos 60 madeira maciça jacarandá Joaquim Tenreiro - Cadeira design anos 60 madeira maciça jacarandá e palhinha Obras de Joaquim Tenreiro que estão ou que passaram pelo nosso acervo

  • sobre | Lora Ronco Galeria

    Galeria especializada em mobiliário moderno brasileiro. Colecionamos, pesquisamos, compramos e vendemos móveis e objetos de arte originais assinados por designers das décadas de 50, 60 e 70. Sérgio Rodrigues, Jean Gillon, Tenreiro, Martin Eisler, Scapinelli, Zalszupin, Geraldo de Barros, Zanine, etc Nosso showroom permanente no Conjunto Nacional, São Paulo, a partir de maio/26. Um novo espaço para conhecer de perto o acervo de mobiliário moderno brasileiro da galeria. Acompanhar a abertura Comunicaremos a inauguração e as primeiras datas de visita. design moderno arte e mobiliário brasileiro Inaugurada em 2021 por Priscilla Roque, a galeria Lora Ronco é um tesouro escondido em São Paulo. Mais do que uma simples exibição de móveis, ela nos transporta para uma época de criatividade, estética e riqueza no design brasileiro e mundial. Nossas memórias afetivas nos levam à “casa dos nossos pais e avós”, onde o mobiliário moderno brasileiro encontrava seu lugar. Hoje, essas peças continuam a encantar, combinando-se perfeitamente com nossos lares contemporâneos. A beleza das madeiras brasileiras da época e a bossa do modernismo ainda ecoam em cada detalhe. O mobiliário moderno brasileiro teve sua origem nos anos 40, mas foi nos anos 50 e 60, impulsionado pela inauguração de Brasília e a crescente verticalização das cidades, que ele se consolidou. Arquitetos, artistas e artesãos brilharam nessa época de transformação, marcada pelos “50 anos em 5” do Brasil moderno. móveis de design histórico autênticos nosso propósito Nossa coleção foi cuidadosamente construída e curada, valorizando cada peça assinada por artistas e designers nacionais, mas também reconhecendo aquelas "peças lindas" cujos criadores permanecem anônimos. Através das histórias do mobiliário, das produções moveleiras da época, pesquisas e literatura especializada, buscamos divulgar essa era de ouro modernista. Aqui cada móvel é uma obra de arte, um elo com o passado e uma inspiração para o futuro. membro da BMDG (rebrand da AMDMB) resgatar, promover, preservar A BMDG (Brazilian Modern Design Guild) - Associação do Mobiliário e Design Moderno Brasileiro, foi fundada em 2018 e surgiu como uma iniciativa voltada para a preservação da história e da originalidade do mobiliário e do design modernos do Brasil, cuja produção se deu sobretudo no período compreendido entre as décadas de 30 e 70 do século XX. A missão da Associação é incentivar o reconhecimento e a valorização da obra dos designers e artistas que atuaram no Brasil neste período de excepcional criatividade, procurando assim garantir que essa contribuição única no âmbito do design internacional possa ser compreendida e apreciada em sua integridade. As atividades da BMDG, que incluem exposições, pesquisas e publicações desempenham um papel educativo na formação de conhecimento sobre este capítulo singular do patrimônio cultural do país. A defesa da autenticidade e originalidade das peças é particularmente importante em um mercado onde a circulação de falsificações e a falta de regulamentação podem comprometer a integridade do design histórico brasileiro, colocando assim em risco a sua continuidade para as gerações futuras. Desde 2023 nossa galeria faz parte da BMDG, empenhando esforços para a defesa da autenticidade e originalidade das peças do mobiliário moderno brasileiro. siga a BMDG compromisso com a autenticidade nosso jeito de atuar Peças de cada Designer são descritas como ORIGINAIS somente mediante meticulosa pesquisa, comparações do desenho, utilização de madeiras de época, selos de época, NFs de compra, histórico da peça, certificados de artistas ou galerias pioneiras e de renome. Caso contrário, peças podem ser consideradas ATRIBUÍDAS, que indicam mas não garantem pertencerem realmente àquele(a) artista ou designer. Se houverem reedições de peças de época, essas são claramente identificadas como tal e só farão parte de nosso acervo se forem reedições autorizadas. Não adquirimos réplicas / reedições não autorizadas. Caso, em nossa pesquisa tenhamos identificado alguma peça como réplica, estas não constarão no site e, em nossa galeria estarão claramente identificadas como tal. O design anônimo também tem seu merecido espaço. Peças belíssimas, originalmente feitas na época, cujo artista, designer ou fábrica não puderam ser de jeito nenhum identificados serão classificadas como "Designer não identificado" A identificação do tipo de material, principalmente a madeira, é feito com muito cuidado e consulta a profissionais especializados, restauradores, colecionadores, etc. Mantemos a peça no estado original para demonstrar aspectos importantes de autenticidade, como: marcas do tempo pelo estado da madeira, do verniz, do acabamento, do estofado, do tipo tecido da época, parafusos originais, preservação de selos (íntegros ou resquícios). Somente restauramos de antemão se as peças adquiridas estiverem realmente em estado não apresentável ou se já tiver sido adquirida pós nova lustração ou restauro. Na aquisição de uma peça podemos providenciar o restauro e nova tapeçaria, com o tecido ou couro fornecido pelo cliente de acordo com sua preferência e seu projeto de interiores, a ser combinado caso a caso. Somos umas das principais alternativas para encontrar móveis vintage autênticos na região central de São Paulo. Compramos, restauramos e vendemos móveis de design dos anos 50, 60 e 70.

  • Novo Showroom | Lora Ronco Galeria

    Curadoria de design moderno brasileiro (anos 50, 60 e 70). Colecionamos, compramos e vendemos peças originais e assinadas de mobiliário moderno brasileiro autênticas vintage de época. Em SP, nos jardins, no conjunto nacional INAUGURAÇÃO EM MAIO/26 Novo showroom no Conjunto Nacional em São Paulo A partir de maio de 2026, receberemos clientes, arquitetos, designers, colecionadores e entusiastas do moboliário moderno brasileiro em um ícone na região central de São Paulo — um espaço escolhido para apresentar nosso acervo com clareza, conforto e rigor curatorial. Acompanhar a abertura Comunicaremos a inauguração e as primeiras datas de visita. Experiência e conveniência Localização privilegiada e conhecida Estacionamento no local para maior segurança e comodidade Aberto de segunda a sábado Agendamento disponível para visitas exclusivas em horários especiais Coerência histórica aplicada ao presente Vista da cidade faz parte da jornada Ambiente permite apreciar com calma, exclusividade e clareza de proporções Espaço de integração entre arquitetura, arte e design "O móvel como objeto de arte" - Sérgio Rodrigues No térreo do Conjunto Nacional, acessar a recepção Horsa II, ao lado da Casa Dexco. Estamos no 11º andar, conjunto 1103. Acompanhar a abertura Endereço Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 Horsa II - 11º andar cj. 1103 Estacionamento no local R. Padre João Manuel, 60 Horários regulares Segunda a sexta, das 10h às 18h Sábado, das 10h às 16h Telefone / WhatsApp +55 (11) 99122-7578 Nosso galpão permanece como espaço de trabalho e acervo, com visitas mediante agendamento.

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