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Posts do blog (19)

  • Lora Ronco Galeria inaugura novo espaço no Conjunto Nacional em São Paulo

    O novo showroom da Lora Ronco será no ícone do arquitetura moderna paulistana, o Conjunto Nacional, e será dedicado à preservação e apresentação do mobiliário moderno colecionável como obra de arte. Planta Original do Conjunto Nacional - vista lateral da Rua Padre João Manuel. Fonte: Acervo FAU-USP Arquitetura modernista nas rampas de acesso da Bienal e do Conjunto Nacional Após a SP-Arte 2026, que ocorrerá entre os dias 8 e 12 de abril, no pavilhão da Bienal no Ibirapuera, a Lora Ronco Galeria  inaugura oficialmente seu novo espaço no Conjunto Nacional , na Avenida Paulista, reafirmando a presença do design moderno brasileiro em seu território histórico de origem e consolidando um projeto dedicado à preservação, à curadoria e à ambientação qualificada do mobiliário vintage . Instalada no 11º andar da torre Horsa II , no edifício tombado que integra um dos marcos do modernismo paulistano, a galeria apresenta um acervo voltado ao design moderno brasileiro das décadas de 1950, 1960 e 1970 , com foco em peças vintage autênticas selecionadas por sua relevância histórica, qualidade construtiva e valor cultural. A abertura da Lora Ronco Galeria no Conjunto Nacional  marca a fundação de um espaço pensado para permanência. Mais do que um novo endereço, o projeto estabelece uma base sólida para o design moderno brasileiro, em diálogo direto com a arquitetura, o tempo e a construção cuidadosa do ambiente. Instalada em um edifício histórico e tratada de forma definitiva, a galeria assume o compromisso de preservar, valorizar e apresentar mobiliário de época com rigor histórico e responsabilidade curatorial . Cada decisão — do layout à infraestrutura — foi pensada para respeitar a arquitetura original do imóvel e criar um espaço duradouro, preparado para receber o acervo e seus visitantes com clareza, conforto e precisão. O projeto de arquitetura e interiores, assinado por Camila Lara (Sépia Arquitetura) , estabelece soluções permanentes para o uso contemporâneo do espaço. A arquitetura atua como suporte silencioso para a experiência, permitindo que o mobiliário e demais obras de arte se tornem protagonistas. Vista lateral do Conjunto Nacional estilizada como uma peça de mobiliário moderno - criação: Alexandre Marciano A experiência do visitante foi desenhada como uma jornada clara e organizada: O acesso ao espaço é simples e direto: ao chegar ao Conjunto Nacional, o visitante encontra um edifício com infraestrutura clara, estacionamento integrado e acesso organizado. Localizado no 11º andar na torre Horsa II ,, o showroom oferece um ambiente tranquilo e seguro, acessível após uma breve identificação na recepção.. O espaço cria uma atmosfera propícia para a observação do design em escala e proporções adequadas e permite que o visitante percorra o espaço com calma e permaneça no ambiente pelo tempo necessário para apreciar cada peça. O acesso a torre, inaugurada em 1962, integra arquitetura e tempo histórico, culminando em uma vista privilegiada da cidade que amplia a experiência cultural e sensorial da visita. "Este novo espaço da Lora Ronco foi pensado para o longo prazo e como sendo um lugar dedicado ao design e arte modernista , propiciando o diálogo contínuo com arquitetos, designers de interiores, colecionadores, pesquisadores e instituições culturais", afirma Alexandre Marciano, sócio da galeria. A data de abertura oficial será divulgada em breve. A inauguração será seguida de um período inicial de visitas exclusivas mediante agendamento, antes da abertura regular da galeria ao público. Endereço: Conjunto Nacional — Torre Horsa II, 11º andar Av. Paulista, 2073 — São Paulo Estacionamento Rua Padre João Manuel, 100 Contato : (11) 99122-7578 Para mais novidades e acesso exclusivo, se inscreva na nossa página: www.loraroncogaleria.com.br

  • MASP inaugura novo edifício e apresenta exposições inéditas

    O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) se prepara para um momento marcante em sua história: a inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi , prevista para 28 de março de 2025. O novo prédio, situado ao lado da icônica estrutura projetada por Lina Bo Bardi na Avenida Paulista , ampliará a área do museu em mais de 60%. Com 14 andares, a construção assinada pelo escritório METRO Arquitetos Associados integra-se ao edifício original, combinando modernidade e funcionalidade. O espaço contará com galerias expositivas, salas multiuso, restaurante, café, bilheteria, loja, laboratório de conservação e um novo espaço de acolhimento para os visitantes. Outro destaque é a passagem subterrânea de 40 metros quadrados, prevista para o segundo semestre de 2025, que ligará os dois edifícios, facilitando a circulação do público e das obras de arte. Fachada do prédio Pietro Maria Bardi. O novo edifício será interligado com os outros blocos (Foto: METRO Arquitetos Associados / Divulgação ) Trata-se do feito mais significativo na história do museu após a sua transferência da rua 7 de Abril, na sede dos Diários Associados, para a Avenida Paulista, em 1968. Naquela época, a mudança ocorreu para que o museu tivesse uma sede à altura de sua coleção. O prédio projetado por Lina Bo Bardi (1914-1992), arquiteta modernista reconhecida com o Leão de Ouro Especial na Bienal de Veneza de 2021, pelo conjunto de sua obra, transformou-se em cartão-postal da cidade e em símbolo da arquitetura moderna mundial do século 20. “O MASP em Expansão significa a maior operação de filantropia brasileira com apoio de famílias, sem incentivos fiscais ou quaisquer estímulos governamentais. Este movimento transformará o MASP no maestro das instituições culturais da Avenida Paulista, consolidando este importante corredor cultural brasileiro”, salienta Ronaldo Cezar Coelho, presidente do comitê MASP em expansão. (fonte: site do Masp) Exposições inéditas celebram a nova fase Para marcar a inauguração, o MASP lança o ciclo "Cinco Ensaios sobre o MASP" , um conjunto de exposições que exploram diferentes perspectivas sobre o acervo e a trajetória do museu. As mostras serão distribuídas pelos andares do novo prédio e propõem diálogos entre o passado e o presente. Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado (2º andar) A videoinstalação do artista britânico Isaac Julien homenageia Lina Bo Bardi, trazendo sua visão sobre arte, arquitetura e o impacto social da cultura. A obra conta com a participação das atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, que interpretam trechos dos escritos da arquiteta. Artes da África (3º andar) Mais de 40 peças da arte africana, incluindo estatuetas, máscaras, tambores e objetos do cotidiano, serão exibidas, destacando a riqueza cultural de regiões da África Ocidental, com foco em obras do século XX. Geometrias (4º andar) A exposição reúne mais de 50 obras que exploram a linguagem geométrica, abrangendo desde os movimentos construtivistas, como Lygia Clark, Alfredo Volpi e Judith Lauand, até interpretações contemporâneas em diferentes materiais e técnicas. Renoir (5º andar) O MASP apresenta todas as obras de Pierre-Auguste Renoir do seu acervo, incluindo 12 pinturas e uma escultura, proporcionando um panorama da trajetória do renomado pintor impressionista. Histórias do MASP (6º andar) A mostra revisita os mais de 70 anos de história do museu, destacando momentos fundamentais e sua contribuição para o modelo de museu moderno e acessível. Novo Vão Livre e a obra interativa de Iván Argote A requalificação do Vão Livre do MASP inclui melhorias no mobiliário urbano, segurança, iluminação e a instalação de Wi-Fi gratuito. A partir de 10 de abril, o espaço receberá a instalação interativa "O Outro, Eu e os Outros", do artista colombiano Iván Argote. A obra traz gangorras gigantes que reagem aos movimentos dos visitantes, explorando a interação coletiva e o equilíbrio. O projeto do escritório METRO Arquitetos Associados com coautoria de Júlio Neves terá uma fachada dupla, a fim de proteger o edifício da radiação solar e sombrear as janelas (Foto: METRO Arquitetos Associados / Divulgação) Uma nova identidade visual para um novo momento Além das exposições e do novo edifício, o MASP apresenta uma nova identidade visual, reforçando seu compromisso com a inovação sem perder sua essência histórica. Outra novidade é a expansão do MASP Escola, que agora terá salas de aula próprias, ampliando seu impacto educacional. Como visitar o novo MASP Inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi: 28 de março de 2025, das 10h às 20h30 Endereço: MASP – Av. Paulista, 1510 – Bela Vista, São Paulo, SP Horários de funcionamento: Terça-feira: entrada gratuita, das 10h às 20h (última entrada às 19h) Quarta e quinta-feira: das 10h às 18h (última entrada às 17h) Sexta-feira: das 10h às 21h, com entrada gratuita das 18h às 20h30 Sábado e domingo: das 10h às 18h (última entrada às 17h) Fechado às segundas-feiras Ingressos: R$ 75 (inteira) / R$ 37 (meia-entrada) Agendamento obrigatório pelo site: masp.org.br/ingressos Metro Arquitetos. Foto: Leonardo Finotti Se você é apaixonado por cultura, essa é uma oportunidade imperdível para conhecer o novo MASP e vivenciar essa transformação de perto!

  • Investir em mobiliário de design brasileiro

    O mobiliário moderno brasileiro dos anos 50, 60 e 70 é conhecido pela sua originalidade e elegância. Com a utilização de madeiras brasileiras, os designers criaram peças únicas que se tornaram ícones do design mundial. Nomes como Jorge Zalszupin, Geraldo de Barros, Jean Gillon, Giuseppe Scapinelli, Martin Eisler, Percival Lafer, Sergio Rodrigues, Zanine Caldas, Joaquim Tenreiro e Lina Bo Bardi são alguns dos exemplos mais conhecidos do mobiliário moderno brasileiro. Cada designer trouxe uma perspectiva única para o mobiliário moderno brasileiro: Jorge Zalszupin, por exemplo, é conhecido por seu uso do "taqueado de jacarandá" e formas geométricas, como pode ser visto nas estantes "componíveis" e na mesa "pétala". Já Geraldo de Barros, que também foi um fotógrafo e artista, utilizou técnicas combinando metal, madeira e fórmica, como se vê em suas poltronas, estantes, aparadores e escrivaninhas. Jean Gillon, por sua vez, é reconhecido por sua habilidade em combinar a cultura tradicional puramente brasileira com a madeira nobre em peças belíssimas que foram batizadas com nomes de regiões e da cultura brasileira, como as poltronas "jangada", "saci", "amazonas", dentre outras. Giuseppe Scapinelli, um imigrante italiano que veio para o Brasil na década de 40, criou peças de design único com a utilização de madeiras nobres como o jacarandá e a caviúna, produzindo muito sob encomenda e algumas poucas peças em série. Martin Eisler, um imigrante austríaco, criou peças com influência escandinava, como a icônica poltrona "Costela". Percival Lafer, por sua vez, é reconhecido por suas peças de design confortável, feitas industrialmente desde o princípio, e bastante exportadas, como sua poltrona "MP-91" Sergio Rodrigues, um dos designers mais conhecidos do mobiliário moderno brasileiro, é famoso por sua utilização de madeiras brasileiras em suas peças. Sua poltrona "Mole" é uma das mais icônicas do mobiliário brasileiro, enquanto sua poltrona "Diz" e seu banco "Mocho" são outras peças que se tornaram símbolos do design brasileiro. Zanine Caldas, também um arquiteto, é reconhecido por suas peças de design rústico e orgânico, com aproveitamento de madeira e também no recorte orgânico do compensado naval. Joaquim Tenreiro, um dos pioneiros do mobiliário moderno brasileiro, é conhecido por suas peças elegantes e minimalistas, como sua icônica cadeira "Curva". Lina Bo Bardi, que além de designer foi também arquiteta, criou peças que misturam elementos modernos e tradicionais, como sua cadeira "Girafa". As peças originais assinadas por esses designers são altamente valorizadas no mercado, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Alguns leilões internacionais especializados em design chegam a atingir valores altíssimos, como foi o caso do leilão de uma coleção de peças de Sergio Rodrigues que arrecadou mais de 5 milhões de reais em 2020. Uma das características mais marcantes do mobiliário moderno brasileiro é o uso de madeiras brasileiras nobres e raras. Os designers valorizavam a beleza natural da madeira e trabalhavam com diferentes tipos, como jacarandá, caviúna, jatobá, peroba, pau-ferro, imbuia e muitos outros. Eles também exploravam novas técnicas de produção, criando peças originais e inovadoras, usando materiais inovadores para a época como o compensado e o aglomerado. Algumas das peças mais famosas do mobiliário moderno brasileiro incluem a poltrona Mole, criada por Sergio Rodrigues em 1957, a poltrona Dinamarquesa, de Jorge Zalszupin, e a cadeira Paulistano, de Paulo Mendes da Rocha. Essas peças se tornaram símbolos do design brasileiro e são altamente valorizadas por colecionadores e entusiastas do design. Apesar do alto valor dessas peças, investir em mobiliário moderno brasileiro original pode ser um bom negócio. Essas peças são raras e únicas, o que aumenta seu valor com o passar do tempo. Além disso, muitos desses designers são reconhecidos internacionalmente, o que aumenta a procura por suas peças. No entanto, é importante ter em mente que a autenticidade das peças é essencial para seu valor de mercado. Muitas vezes, réplicas e imitações são vendidas como originais, o que pode ser prejudicial para quem está investindo em uma coleção de mobiliário moderno brasileiro. Ao investir em peças originais, é possível ter em casa um pedaço da história do design brasileiro e valorizar a cultura e a criatividade do país. Além disso, o mobiliário moderno brasileiro é uma forma de ter um ambiente com personalidade e estilo, tornando a decoração de casa ainda mais interessante. Em resumo, o mobiliário moderno brasileiro é um patrimônio nacional do design, que representa a criatividade, a diversidade e a beleza natural do país. Com designers renomados e peças icônicas, é um investimento valioso para colecionadores e entusiastas do design, além de trazer personalidade e estilo para a decoração de casa.

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  • Lora Ronco Galeria | mobiliário moderno

    Lora Ronco Galeria: Compra e Venda de mobiliário moderno brasileiro, móveis autênticos das décadas de 50, 60 e 70, assinados por designers renomados internacionalmente, como: Sérgio Rodrigues, Tenreiro, Jorge Zalszupin, Jean Gillon, Geraldo de Barros, Percival Lafer, Zanine Caldas, Scapinelli, Carlos Hauner, Martin Eisler, Ernesto Hauner, Michel Arnoult e Celina Decorações, Liceu de Artes e Ofícios Agende uma ambientação na sua casa em São Paulo ou uma visita ao nosso galpão. (11) 99122-7578 INÍCIO: Bem-vindo Mobiliário de design assinado autêntico dos anos 1950, 60 e 70. Galeria associada a BMDG Nosso acervo abriga os maiores representantes do design de mobiliário moderno brasileiro colecionável, desde os imigrantes que encontraram sua paz no Brasil até os nascidos aqui, todos estão representados em nossa galeria. A arte destes mestres, reconhecidos nacional e internacionalmente, cunharam expressões relativamente recentes como: “móvel assinado” e “móvel de design". Nossa jornada começou com o desejo de possuir uma peça de cada designer renomado do mobiliário moderno brasileiro. Hoje, com um acervo de mais de 800 peças, celebramos nomes essenciais da nossa cultura moderna do meio do século XX: Geraldo de Barros - Unilabor e Hobjeto Carlo Hauner & Martin Eisler - Forma Percival Lafer - Lafer Jean Gillon - Woodart e Italma Michel Arnoult - Mobília Contemporânea Ernesto Hauner - Mobilínea Joaquim Tenreiro Sérgio Rodrigues - OCA e Meia Pataca Jorge Zalszupin - L´Atelier Giuseppe Scapinelli Zanine Caldas - Móveis Artísticos Z Abraham Palatnik Celina Decorações Novo Rumo Móveis Cimo Liceu de Artes e Ofícios Móveis Teperman Dominici VER ACERVO Siga-nos no Instagram @loraroncogaleria Load more Poltrona Lafer vintage anos 60 anos 70 modelo MP-91 evolução do modelo MP-79 em madeira maciça e cou Poltrona Lia de Sérgio Rodrigues, Estantes Geraldo de Barros Liceu de Artes e Ofícios Poltrona Lafer vintage anos 60 anos 70 modelo MP-91 evolução do modelo MP-79 em madeira maciça e cou 1/13

  • SP-Arte 2024 | Lora Ronco Galeria | Exposição de mobiliário moderno

    Curadoria rigorosa do design moderno (anos 50, 60 e 70). Compra e Venda de móveis originais e assinados de mobiliário moderno brasileiro. São Paulo/SP. Explore o acervo de algumas peças que apresentamos na última SP-Arte em Abril de 2024, seguindo o link para a exposição virtual da Lora Ronco Galeria. Na SP-Arte 2024 a Lora Ronco estreou apresentando mobiliário de Sérgi Rodrigues, Jean Gillon, Jorge Zalszupin, Percival Lafer e Geraldo de Barros Realização: Lora Ronco Galeria Curadoria: Alexandre Marciano Ambientação e Design: Sépia Arquitetura - Camila Lara e Letícia Fontanelli

  • Joaquim Tenreiro | Lora Ronco Galeria

    Descubra a genialidade de Joaquim Tenreiro na Galeria Lora Ronco. Explore a elegância e inovação dos móveis desenhados pelo renomado designer Português no Brasil. Joaquim Tenreiro arquiteto e designer Português, desembarca no Brasil em 1928, aos 22 anos de idade. Era marceneiro como o pai e estudou desenho geométrico no Liceu Literário Português, tendo feito alguns cursos no Liceu de Artes e Ofícios. Em 1931 integra o Grupo Bernadelli (grupo criado em oposição ao ensino da Escola Nacional de Belas Artes). Entre 1933 e 1943 trabalha como designer de móveis na empresa Laubissh & Hirth. Torna-se conhecido no ano de 1942 ao receber uma encomenda de móveis para a residência de Francisco Inácio Peixoto (poeta modernista, escritor, fazendeiro e industrial, financiou as mais importantes manifestações culturais de Cataguases-MG, lançando sua cidade natal na cena da Arquitetura Moderna no Brasil na década de 1940), projetada por Oscar Niemeyer e paisagismo de Burle Marx. Utilizava diversos materiais como a trama em palhinha, que remete a cestaria e ao trançado indígena, fibras naturais entre outros. Via a necessidade de adequar os móveis ao nosso clima tropical. Sua primeira produção independente foi a Poltrona Leve (1942), confeccionada em madeira marfim, com versão escura em imbuia, e estofada com tecido estampado por Fayga Ostrower. Segundo Tenreiro essa poltrona foi criada obedecendo a ¨um princípio que eu achava que deveria ser seguido pelos móveis modernos brasileiros: a leveza. Leveza que não tem a ver com o peso em si, mas com a funcionalidade no espaço.¨ - Tenreiro, Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, Icatu. Em 1943 funda a empresa Langenbach & Tenreiro. Durante a década de 1940, dedica-se também a pintura de retrato, paisagem e natureza morta. Na década de 50 houve uma ampliação muito significativa nas atividades de Joaquim Tenreiro com a inauguração de sua loja em São Paulo, propiciando um aumento expressivo na produção e no design de novos móveis, trazendo para a cidade suas criações perfeitas com o mesmo apuro formal, o sentido de economicidade e sobretudo a sobriedade que caracterizavam a sua produção nos períodos anteriores. Já no final da década de 1960, por questões pessoais e de mercado, encerra suas atividades na área de concepção e fabricação de móveis, passando a dedicar-se por mais de vinte anos às artes plásticas, principalmente a escultura, tendo executado um painel para a Sinagoga Templo Sidon em 1969 e em 1974, dois painéis para o auditório do Senai, ambos na Tijuca, Rio de Janeiro. Dono de uma genialidade incontestável, talento, familiaridade com a madeira e acabamento apurado, Joaquim Tenreiro criou obras fantásticas a fim de abrilhantar o interior das casas brasileiras. Foi um precursor na busca de um novo estilo para o móvel e é considerado o grande mestre por outros designers que o precederam. "Em 1992, me despedi com tristeza daquele que considero o Pai do Móvel Moderno, com cara de Brasil." Sérgio Rodrigues Joaquim Tenreiro O mestre da marcenaria de alto padrão. Tenreiro Cadeira Curva O mestre da marcenaria de alto padrão. Tenreiro Escrivaninha O mestre da marcenaria de alto padrão. Joaquim Tenreiro O mestre da marcenaria de alto padrão. 1/5 Algumas publicações Tenreiro Livro Mobiliario Moderno Brasileiro Livro Desennho da Utopia Livro Tenreiro Livro 1/3 Joaquim Tenreiro - cadeiras de jantar design anos 60 madeira maciça jacarandá Joaquim Tenreiro - Cadeira design anos 60 madeira maciça jacarandá e palhinha Obras de Joaquim Tenreiro que estão ou que passaram pelo nosso acervo

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